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Conhecimento, uma forma de engajamento e motivação

| 0 comentários | domingo, 12 de setembro de 2010
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Nós que trabalhamos com comunicação interna, ouvimos e profetizamos que é de extrema importância fazer ações que aproximem a liderança dos colaboradores e vice e versa, que facilitem e engajem a comunicação, que devemos criar novas ferramentas, mantê-las sempre atualizadas e atrativas aos olhos de toda a organização, receber feedbacks e dá-los. Mas não podemos esquecer uma ação fundamental, ensinar os colaboradores a interagirem com tudo que nós criamos! Como eles vão participar da ação, utilizar a nova ferramenta se não foi feito um treinamento ou dada a instrução de como isso deve ser feito?!

Mas como fazer isso em grandes empresas!? Afinal marcar treinamento para todos os colaboradores ficaria inviável em alguns casos, por causa das horas de trabalho, turno, coisas a fazer, etc. O treinamento é sim uma opção no caso de novas ferramentas, mas muitas vezes ele só acontece para pequenos grupos como liderança ou grupos que mais irão lidar com o novo canal. Temos que ter em mente que muitas vezes a preparação dos colaboradores não precisa ser feita de forma rígida, séria e rigorosa, pelo contrário ações leves e divertidas facilitam e motivam o aprendizado.

Uma boa saída, para novos canais de comunicação – por exemplo, é a distribuição de minis manuais com a descrição de como usar a ferramenta, o que ela faz e contêm, isso incentiva o uso e a curiosidade, afinal não são todos que se motivam em aprender “interagindo” com a ferramenta. Esses manuais podem ser feitos digital ou fisicamente, com uma linguagem mais descontraída ou mais séria, tudo dependendo do estilo de sua empresa.

Muitas organizações já adotam essa prática, sendo que ela pode ser feita até mesmo para o público externo, em caso de empresas de serviço, condomínios, lojas e etc. Não podemos esquecer que a disponibilização e divulgação de informações sobre tudo, aguça a curiosidade, motivando seu uso, ou , no mínimo, seu conhecimento.


Autoras: Amanda e Laura

Clima Organizacional, você já viu o da sua empresa?

| 0 comentários | terça-feira, 24 de agosto de 2010
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O Portal RH serviu , mais uma vez como inspiração para esse blog.
Aliás, para qualquer um que se interesse por comunicação interna e bem estar organizacional, esse site é um achado!

Continuando com o assunto do post anterior, para realizar um planejamento de comunicação interna, não existe passos certos, é necessário verificar cada elemento da empresa para descobrir qual a linguagem e tipos de ações devem ser uilizadas.

Uma variável que vem sido discutida amplamente em portais voltados a comunicação interna é o Clima Organizacional.
Normalmente, é mais difícil a aceitação e consolidação de uma campanha interna quando o Clima Organizacional é desfavorável, mais ainda, a produtividade decai banstante em um período desses.

De acordo com Portal RH os principais causadores de um clima improdutivo são "os problemas de relacionamento entre colegas, gestores e subordinados, a falta de uma comunicação eficiente, as atitudes negativistas e a instabilidade emocional"

É necessário, portanto conhecermos os índices de um clima improdutivo, para a fácil identificação e melhoria
» turnover (perda de talentos)
» reclamações trabalhistas
» retrabalho, desperdício
» perdas diversas


e o clima organizacional da sua empresa, como está?

Postado por: Caroline e Rosely

Vocês já pensaram nos significados conotativos das palavras colaborador e empregado?!

| 0 comentários | sexta-feira, 13 de agosto de 2010
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Antigamente as empresas chamavam os que para ela trabalhavam de funcionários ou empregados, palavras que sempre remeteram à pessoas que trabalham para o negócio de um chefe, somente mão-de-obra mesmo, força de trabalho, produzindo para o lucro dos donos da empresa. Isso mostrava a tamanha falta de voz, opinião e direito de tomada de decisão que essas pessoas tinham dentro de seus empregos.
Sabemos que, com o passar dos anos isso mudou, os “patrões” foram percebendo que quanto mais engajados, motivados e envolvidos seus “funcionários” estivessem mais eles produziriam, não só pela qualidade de vida que adquirem, mas também por se sentirem parte do negócio. A partir desse momento as empresas começam a perceber que elas não podiam ter “meros” empregados, que só obedecem, elas precisavam transformá-los em colaboradores. Logicamente, hoje ainda, tem muitas empresas que não perceberam isso.

Colaborador faz parte da empresa, colabora com o negócio, pois está envolvido nele, ele não trabalha só pelo lucro do patrão, mas porque acredita no lugar onde está, nos seus objetivos e princípios. Tem voz, fala e é ouvido. OK, sabemos que isso tudo não acontece na grande maioria dos casos, mas era o que DEVERIA, em tese acontecer, mas isso é assunto para outro post. Assim, a mudança de nomenclatura para designar quem trabalha para as empresas mudou, pois os papéis mudaram.

Fazendo um gancho com o post anterior da Intranet, é importante ressaltar que nós, RPs que trabalhamos com Comunicação Interna, devemos lembrar que estamos falando com COLABORADORES. Pessoas que querem saber coisas específicas, querem crescer, aprender, se motivar e nós devemos dar a chance disso, usando nossos meios de comunicação, sabendo efetivamente o que eles querem. Errado é pensar que o que achamos interessante é interessante para quem trabalha conosco.

Autoras: Amanda Salomão e Laura Vitto


Case de sucesso: Samarco

| 0 comentários | quinta-feira, 13 de maio de 2010
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Por meio do case da Samarco elaborado no ano de 2000 (vide link: http://www.sinprorp.org.br/Premio/premio01-3.htm), podemos comprovar a importância do conhecimento profundo e detalhado da organização para fazer um bom planejamento de comunicação interna, e como a liderança deve estar envolvida nesse processo. Como Jonh Kotler apresenta nos seus estudos, o que faz as pessoas mudarem de atitude na organização 55% depende do comportamento da liderança; 30% do ambiente organizacional e 15% dos veículos internos utilizados.

Desvendar todas as estruturas, hábitos, estilos, ritos, valores e etc, da empresa nos dão o caminho para transmitir os processos que, compõe e envolvem a organização, de forma clara para os colaboradores de uma empresa de grande porte. Esse conhecimento possibilita nos unificar o discurso das diversas culturas que alí estão – fazer que ela, macro cultura, seja internalizada/absorvida depende muito do conhecimento total dessa cultura pelas lideranças de cada público, de acordo com os seus nichos na organização e, também de um todo. Além, de casar esse principal elemento com os meios de comunicação interna.

No case “Programa de Gestão da Comunicação Interna da Samarco”, pode-se perceber, claramente, o conhecimento detalhado de cada parte da empresa para elaborar todas as estratégias usadas que envolveram as lideranças internas - diretoria até supervisão -desde a fase de diagnóstico, passando pela discussão e validação do programa e culminando com a condução conjunta do processo, que é feita pela Gerência Corporativa de Comunicação Empresarial e pelas Lideranças.


Autoras: Amanda Salomão e Laura Vitto

Um novo cenário

| 0 comentários | quinta-feira, 15 de abril de 2010
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O mundo Globalizado potencializou a necessidade de uma comunicação eficaz e planejada. A rapidez com que as informações circulam no mundo, o acesso realizado por todos sobre tudo, as novas mídias digitais, as redes sociais, a internet de livre acesso, etc. Tudo isso elevou a percepção das empresas da grande importância que a comunicação constante com os seus públicos e o engajamento dos mesmos têm para elas. Quando os públicos conhecem a empresa "a fundo", sabem o que e como ela faz, se engajam nas suas causas, tornam-se consumidores por reconhecerem valores próprios na empresa, construindo uma relação muito mais sólida, benéfica e fiel, do que de simples comprador ou consumidor esporádico de seus serviços e produtos.
O público interno é um dos mais importantes públicos para as empresas, afinal é o maior disseminador na marca e tê-lo engajado, motivado, "por dentro" de todos os assuntos e ações de negócios, faz com que ele dissemine uma boa imagem da instituição a qual pertence, pois entende como e o porque de suas ações. Além de incentivar o trabalho, que gera produção - o que resulta em benefícios, como o lucro para as organizações.
Veja o artigo de Rodrigo Cogo, mestrando em Ciências da Comunicação pela ECA/USP. Acesse o link: http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=211&ID_COLUNISTA=18
Autoras: Amanda Salomão e Laura Vitto

 

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